Tá na Rua

O Tá na Rua, sob a direção de Amir Haddad, trabalha com teatro de rua e faz apresentações, ensaios e até mesmo oficinas, esporadicamente, em frente aos Arcos da Lapa. Tem sua base principal na Casa do Tá na Rua na Rua Mem de Sá, local onde são realizados cursos e oficinas.

EndereçoAvenida Mem de Sá, 35

Lapa - Rio de Janeiro

CEP 20230-150

NaturezaAssociação ou ONG local / nacional

HorárioTerças a quintas, das 10:00hs às 22:00hs. Sextas e Sábados, das 10:00hs às 3:00hs. Domingos, 19:00hs às 23:00hs.

SubtipoTeatral

AtividadesCursos, Ensaios abertos, Ações sociais, Apresentações / Exposições

CaracterísticaProfissional

O grupo possuiLocal para ensaios / exposições, Material de divulgação

Ano de inauguração1980

Número de integrantes8

Entrada

    Local de ensaioCasa do Tá na Rua
    Mem de Sá, 35
    Lapa - Rio de Janeiro
    CEP 20230-150
    Tel:   22200678

    Regulamentos para visitaçãoPontualidade, Vedada a entrada de animais

    Mês de maior frequênciaAgosto

    HistóricoO grupo de teatro Tá na Rua, do diretor e professor Amir Haddad, completa 28 anos de militância artística, num casarão histórico da Mem de Sá, onde funciona este centro cultural para todas as tribos. Lá acontecem apresentações, exposições, mostras, seminários, ciclos de leitura, eventos e palestras. Funciona também o Centro de Desenvolvimento do Ator com oficinas, núcleo de documentação e pesquisa.
    O Tá na Rua conta histórias. Narra histórias. Histórias que pertencem ao povo. Histórias que são por ele conhecidas. Histórias onde ele é o protagonista. A isto chamam teatro épico porque conta a história do povo.
    Argumentam: para podermos contar bem qualquer história, precisamos de um coletivo, de um coro. Quem conta a história é o coro. De vez em quando, do coro, salta um protagonista, as vezes junto com ele, o antagonista. Mas, logo que entendemos que o público já leu a imagem, eles retornam ao coro. Ao que chamam de improvisações, chamamos de produção de imagens. Uma idéia, uma ação, atinge o imaginário, o inconsciente. Procuramos transformar em imagens inteligíveis, em signos, esta é a força da nossa linguagem.
    Como contamos histórias populares tentamos nos aproximar das estruturas de sistemas de manifestações espetaculares da cultura popular como o futebol, o carnaval e as culturas religiosas e, através das analogias explicativas, tentamos fazer o nosso teatro popular ao qual na verdade chamamos de liturgia carnavalizada - uma espécie de celebração pagã sobre um tema que interesse à Comunidade.
    Lembram que: trabalhamos em espaços abertos e não temos nenhum compromisso com os conceitos da semiologia teatral naturalista européia. Pense em dança, futebol, religião, festa, ritual e principalmente, jogo. Nunca pense em teatro! Você pode ter conceitos e pré-conceitos sobre esta arte e informações diversas o que pode levar você a alguns equívocos de conclusões baseadas em acepções não-aplicáveis ao teatro de rua.

    EstiloConta histórias que pertencem ao povo. Teatro épico porque conta a história do povo. Contam a história com um coletivo, em forma de coro, e de vez em quando, salta o protagonista, e as vezes junto com ele, o antagonista.

    Próximas apresentaçõesEm maio, participará do Encontro Latino-Americano de Teatro de Grupo, em São Paulo.

     

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    Instituto IDEIAS